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    Evanescence

    18 Jul 2008 

    Minha opinião sobre o The Open Door (TOD)

    Da 1a vez que escutei o TOD, eu axei um álbum pesado (até d+), sem muita coisa pra flar. Depois d algumas vezes q eu escutei e vi as letras do álbum eu comecei a reformar a minha opinião. TOD tem mais emoção nas letras, uma superação enorme por parte da banda já que eles tiveram mtas dificuldades antes da gravação, e o fato de Terry (o guitarrista e compositor do Evan) ter tido um derrame em 2005.
    O som das guitarras em lose control, your star e all that i'm living for são perfeitos. a voz da Amy também estava diferente...mudou pra melhor! As músicas são mais maduras e pesadas que o Fallen. A banda assumiu uma nova formação. Apesar das musdanças o TOD ainda conserva o jeitinho Evanescence!
    Admin · 6 vistos · 0 comentários
    14 Jul 2008 

    Haunted

    Haunted é uma das faixas do Cd Fallen (Evanescence 2003). Ben Moody frequentemente fla q a letra de haunted é de sua composição. Só q a história é outra...
    Ben (Co-fundador da banda com Amy, saiu em 2003) teria escrito uma história e nossa AA (Amazing Amy) teria se baseado nela pra fazer essa musik mt phoda do Evanescence.
    Ta Aí a historinha completa do Ben:

    Haunted

    • A história de Ben que serviu de inspiração para Amy escrever a letra é: "Uma pequena garota entre 8 e 9 anos em um vestido branco está andando pelas ruas da vizinhança balançando uma bola vermelha. Enquanto ela se aproxima de uma casa deserta com um aspecto sinistro, sua atenção desvia da bola para a casa. Sem prestar atenção em seus movimentos, a bola bate no meio-fio e ricocheteia na frente da casa. Conforme ela persegue a bola, adquire movimentos não naturais e vai em direção à grande porta frontal. A pequena garota pára por um momento, olha para a casa que agora parece estar encarando-a e, cuidadosamente, entra na casa à procura de sua pequena bola vermelha. Conforme ela lentamente entra no átrio, ela observa a bagunça decadente do que um dia foi obviamente uma bela mansão. Ela fica hipnotizada pelo requintado detalhe de cada centímetro do corrimão da aparentemente interminável escada a sua frente. De repente, seus pensamentos são interrompidos por uma horripilante confusão. Ela se vira para correr até a porta da frente, mas encontra apenas uma parede vazia onde a porta estava. Assustada ela desce correndo para a primeira entrada que vê, tentando desesperadamente encontrar uma saída, mas, a cada virada, o mundo atrás dela muda, por vontade da casa. Assim, encontrar um caminho de volta para o átrio em que ela estava se torna impossível. Aterrorizada, a pequena garotinha se encolhe em um canto, abaixa sua cabeça em suas mãos e começa a chorar. Dez anos depois, a pequena garota acorda em pânico, agora uma jovem mulher... Suja, assustada. Ela está agora vestida com calças pretas, botas de trabalho. Sua pele está pálida e suja. O Sol não ilumina sua carne há uma década. Ela acorda para procurar sua refeição, localizada numa bandeja de prata suja atrás dela, somente o suficiente para se manter viva, assim como todas as manhãs. Foi colocada lá por uma figura que ela apenas pode ver de passagem, por um canto, atravessando uma porta, uma figura que se tornou seu único amigo e seu único ódio. Toda a sua existência se tornou nada mais que perseguir e destruir essa sombra que a mantém ali. Conforme ela o persegue continuamente, dia após dia, ela se perde na dicotomia do seu ser. Essa coisa que a mantém ali, essa pessoa que repetidamente viola sua mente e a observa dormir, se tornou seu único amigo. Se não fosse essa pessoa que restou, ela deixaria de existir. Ela vive apenas para matá-lo. Mas vive somente graças a ele. Todos os dias a casa muda ao seu redor, assim todos os dias ela acorda em um lugar desconhecido. A única coisa constante é ele. Ela escuta o coração dele batendo, ela sente seu cheiro, ela pode apenas imaginar encontrá-lo, mas ele também é a única coisa que ela sabe do amor".
    • "Sei que o Ben já falou que ele escreveu a letra para Haunted (até mesmo na minha frente). Mas não me importo. De qualquer maneira, essa é minha real letra, minha realidade e minhas reais palavras. O Ben tinha um tema que escreveu sobre forma de uma pequena história. Eu li e usei a inspiração para escrever a letra", disse Amy Lee numa declaração que deixou no EvBoard sobre a composição de Haunted.
    • Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen). Há 4 versões, uma no Anywhere but Home, outra no Fallen e duas no Demos Bootleg 2001/2002. A versão 1 do Demos Bootleg 2001/2002 possue letra diferente, variando pelo refrão.
    Aí, peguei o texto no Imortal Essence !

    Admin · 10 vistos · Deixe um comentário
    14 Jul 2008 

    História Do Evan




    [Evanescence]
    Significa uma dissipação ou um desaparecimento como vapor. "É uma palavra que a maioria das pessoas nunca escutou antes porque nós saímos do nada e nós queremos ter esse elemento de mistério. Eu também acho que é linda assim como nossa música." - Amy Lee

    A banda, já conhecida muldialmente, se formou da pequena cidade de Little Rock, Arkansas, já começando com uma historinha pra contar. Os co-fundadores da banda, Amy Lee e o guitarrista/compositor Ben Moody se conheceram ainda pré-adolescentes em meados de 1994, Lee com apenas 13 anos e Moody com 14. "A alguns anos atrás, Amy e eu estávamos frequentando um acampamento para jovens. Eu estava jogando com o grupo de oração e Amy era uma campista. Durante um tipo de recreação eu estava sentado no ginásio assistindo um jogo de basketball. Do outro lado da quadra havia um palco para peças e um piano. Eu estava sentado lá, super entediado quando de repente eu tomei um susto enquanto escutava o som da introdução de piano de "I Would Do Anything For Love" do Meafloaf's. Eu olhei para o piano e havia essa garota esbanjando um grande talento. Depois da minha raiva por inveja inicial, calmamente eu corri através do jogo de basket em direção ao piano e me apresentei. Depois ela me impressionou ainda mais com músicas que ela havia escrito. Eu achei que estava no paraíso. Mas quando ela cantou, eu quase morri. Vindo daquele rejeitado e pequenino acampamento estava uma das mais poderosas e belas vozes que eu jamais tinha ouvido. Então eu, de alguma forma, a convenci a nunca mais tocar com mais ninguém e resolvemos formar uma banda" - Diz Moody.

    Ben e Amy logo começaram a gravar músicas como "Give Unto Me" e "Understanding" sob o nome de Evanescence. Com influências como Type O Negative, Living Sacrifice (que, segundo rumores, convidou Ben para se unir como guitarrista, mas ele recusou para continuar com o Evanescence), Portishead e Sarah McLachlan eles começaram a criar um som único que leva elementos do metal, música eletrônica e (provavelmente sem intenção) música gótica. A banda começou lançando EPs de seu material. Mesmo sem o benefício de apresentações ao vivo, Evanescence começou a firmar uma certa reputação. Por alguma razão, Brad Caviness começou a tocar "Understanding" ('um hino ridículo gótico de sete minutos' diz Amy) e "Give Unto Me" no programa de rádio que ele co-apresentava na KABF, em Little Rock, dando ao Evanescence sua primeira exposição ao mundo em liberdade. "Ganhamos popularidade pela cidade, mesmo sabendo que ninguém nos conhecia ou sabia onde nos encontrar. E isso porque nunca pudemos pagar para fazer um show - éramos somente Amy e eu - e não podiamos pagar músicos." - diz Moody. Seu EP de estréia foi lançado em Dezembro de 1998 em seu primeiro show no Vino's em Little Rock. A edição limitada de 100 cópias foi vendida rápido na mesma noite.

    Quando o grupo gravou o EP de 98 ele já contava com Will Boyd e Rocky Gray (do Soul Embraced e Living Sacrifice), provavelmente apresentados à eles por amigos em comum. Mais ou menos em 98/99 David Hodges se uniu a banda, ajudando a compor o seu primeiro disco q não chegou a ser lançado, o Origin (vendou as 2500 únicas cópias em apenas 1 show), além de ter também ajudado a compor a maioria das canções do Fallen, tendo inclusive gravado o cd, mas saíra da banda antes de entrar em turnê por divergências pessoais. Já o John Le Compt (anteriormente do Mindrage) só entrou para o Evanescence um pouco antes do Fallen começar a ser composto, mais ou menos em 2000. O EP Whisper foi lançado em 1999 com a ajuda da BigWig Enterprises em CDR (edição limitada em 50 cópias).

    Fallen, o primeiro álbum oficial, é um trabalho emocional, suave de potencial irrefutável guiado pelo vocal celestial de Amy Lee. "Nós somos definitivamente uma banda de rock." diz Lee. "Mas a diferença é que a música da banda é épica, dramática, dark rock." O álbum encontra aquele balanço inatingível entre a beleza exuberante e o heavy primário. Como exemplo, "Bring Me To Life", uma mistura de melodia calma (pela voz de Amy) e batidas incendiárias. Iluminada pelo vocal convidado de John LeCompt (Paul McCoy do 12 Stones, que também participa do clip), a música é apresentada notoriamente no filme "Demolidor" e entra em sua trilha sonora. ""Bring Me To Life" é sobre descobrir algo ou alguém que desperta um sentimento dentro deles que eles nunca sentiram antes." diz Moody. Também significante é a vibrante "Tourniquet" e a misteriosa "Haunted" com sua batida intensa e melodia "rangida" (aumentada por arranjos de correntes, permitidos por Lee). Quanto às letras, Evanescence explora o dark, temas introspectivos do amor, desespero, e desesperança. Mas o grupo insiste que a mensagem fundamental é positiva: "A finalidade do álbum e da banda é que as pessoas saibam que não estão sozinhas ao lidar com sentimentos ruins ou qualquer coisa que elas tenham de passar." diz Lee, que escreve a maioria das palavras. "Aquela é a vida e aqueles são humanos. Eles não estão sozinhos e nós passamos por isso também.". "Nós somos muito sinceros com o que fazemos. Existe tanta angústia adolescente clichê hoje em dia na música. Não é como nós. Não estamos tentando vender um ângulo, só estamos aqui escrevendo com nosso coração." - enfatiza Moody.

    "Foi estranho sair na nossa primeira turnê", ela se lembra. "Ninguém tinha nenhuma expectativa, e nós estávamos fazendo alguns shows em pistas de patinação para tipo, 10 pessoas - foi muito hilário. Mas no final da semana tinha uma grande diferença toda vez, e no final do mês estáavamos tocando para centenas de pessoas - e no último verão estávamos tocando na frente de 50.000 pessoas na Alemanha."

    Os vocais apaixonados de Lee, combinados com a agressiva força, ajudaram o Fallen a vender 14 milhões de cópias pelo mundo em 3 anos, trazendo os hits Bring Me To Life (nº 1 em vários países), Going Under e My Immortal. Uma enorme quantidade de prêmios se seguiram, incluindo 2 Grammys em 2003: Melhor Artista Revelação e, por Bring Me To Life, Melhor Performance Hard Rock (para ver todos os prêmios clique aqui)

    Mas a história da banda não é só alegria, em julho de 2006, Amy informou à todos uma triste notícia, que o baixista William Boyd não estava mais na banda. "Há algumas semanas atrás o Will decidiu deixar a banda", disse Amy no EvBoard. "Ele disse que ele simplesmente não pode ir pra uma outra grande turnê agora e quer ficar um pouco mais perto de sua família". Will foi substituído pelo ex-baixista da banda 'The Revolution Smile', Tim McCord. A saída do Will é o segundo rompimento que a banda sofreu. Em dezembro de 2003, o guitarrista principal e compositor, Ben Moody, os deixou de repente e sem ética, e deixou um rancor enorme na Amy. Sempre que em alguma entrevista alguém pergunta sobre ele ela responde 'ele não voltará pra banda nunca mais'. Moody foi substituído pelo guitarrista do Cold, Terry Balsamo, que quase saiu permanentemente quando sofreu um derrame causado por um inchaço na árteria do pescoço, pouco depois de terminarem de compor o cd "The Open Door". Amy também brigou com o seu empresário, Dennis Rider em 2005, e os dois lados se processaram numa disputa particularmente sexual.

    Em 2004, para acalmar os fãs, a banda lançou um dvd ao vivo de um show gravado em Paris, entitulado "Anywhere but home", com cenas de bastidores, clips e também com a faixa do single de Bring me to life, a música 'Missing'. Já em 2006, depois de uma longa espera, a banda lança seu 2º álbum, chamado "The Open Door".

    "Fazer esse álbum foi realmente muito intenso", explica Lee. "Terry teve o derrame em outubro de 2005, o processo com o meu empresário e também terminei o meu namoro com o Shaun Mourgan. Mas tudo pelo que passamos só beneficiou na composição das músicas pro cd. Com o Fallen, a banda tinha muito o que provar para criar identidade, agora que eu encontrei um ótimo parceiro de composição (Terry Balsamo), nós levamos o nosso tempo para compôr e tínhamos a liberdade de expressão. Não apenas dor ou tristeza, mas também raiva e sim, felicidade".

    "The Open Door" é uma lógica (mas certamente nada previsível) transformação de proporções épicas para a banda, que, de várias maneiras apenas começous a deixar sua marca no mundo musical.

    (Este artigo foi extraído do site www.evanescence.com *immortal essence*)
    Admin · 25 vistos · 0 comentários
    13 Jul 2008 

    Shaum Morgan fala sobre Amy e a música Call Me When you're Sober

    Shaun Morgan fala sobre Amy


    Em entrevista ao The Hub, Shaun Morgan comentou sobre a música "Call Me When You're Sober".

    The Hub: Como foi cair na estrada quando a Amy colocou o relacionamento de vocês em "Call Me When You're Sober"?

    Shaun: "Eu escrevi algumas músicas que eram do tipo de coisas que aconteceram  quando eu estava bêbado, mas essas eu nunca pretendi usar. Eram apenas para mim. Pessoal.

    Eu não vou dizer que algumas canções não tocam naquele assunto, mas não de uma forma óbvia. Eu nunca vou expor a sujeira de alguém. Não é quem eu quero ser. E eu penso que era a rota que ela sentiu necessário seguir...

    Ela e eu não nos falamos por anos e isso apenas prolongaria a negatividade. Então, em outras palavras, a mensagem a ela seria:

    'Eu compreendo que você escreveu essa canção e apenas queria tirar isso da sua vida, mas podemos, por favor, encerrar o assunto porque isso está ficando ridículo."

    E ele fala sobre também fazer uma música pra dar o "troco"  na Amy.

    "As pessoas desesperadamente queriam que eu escrevesse a resposta para "Call Me When you're Sober" neste álbum (Finding Beauty in Negative Spaces)" diz ele rindo, " e eu não entrei nessa. Digo, definitivamente houve momentos em que eu fiquei inspirado a isso. A única música que é inteiramente uma reposta a isso tudo, é a 'Breakdown' e nem mesmo foi uma reposta com raiva. Foi do tipo: 'O que eu fiz pra você?'."


    (Este artigo foi retirado do site www.evanescence.com *Immortal Essence*).
    Admin · 8 vistos · Deixe um comentário
    13 Jul 2008 

    Clipe Call Me When You're Sober


    Admin · 6 vistos · Deixe um comentário

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